Domingo, 30 de Março de 2008

A shot of love

Este é um post dedicado a todos aqueles que sabem que não vai resultar, que vai ser um caso perdido mas, mesmo assim, arriscam tudo e "batem na mesma tecla" até conseguirem a oportunidade de estar com Aquela pessoa. Podia escrever qualquer coisa lamechas, mas a musica da Amy Winehouse também serve!

"Tears Dry on Their Own "

All I can ever be to you,
is a darkness that we knew
And this regret I got accustomed to
Once it was so right
When we were at our high,
Waiting for you in the hotel at night
I knew I hadn´t met my match
But every moment we could snatch
I don’t know why I got so attached
It's my responsibility,
and You don't owe nothing to me
But to walk away I have no capacity

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I’m grown
And in your grey
In this blue shade
My tears dry on their own.

I don't understand
Why do I stress a man,
When there's so many better things at hand
We could have never had it all
We had to hit a wall
So this is inevitable withdrawl
even if I stopped wating you,
A perspective pushes through
I'll be some next man’s other woman soon

Ah can I play myself again?
Or should I just be my own best friend?
Not fuck myself in the head with stupid men

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I’m grown
And in your grey
In this blue shade
My tears dry on their own.

So we are history,
Your shadow covers me
The skies above a blaze

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I’m grown
And in your grey
In this blue shade
My tears dry on their own.

I wish I could say no regrets
And no emotional debts
'Cause as we kissed goodbye the sun sets
So we are history
The shadow covers me
The sky above a blaze
that only lovers see

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I'm grown
And in your grey
My blue shade
My tears dry on their own

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I'm grown
And in your grey
My deep shade
My tears dry on their own

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I'm grown
And in your grey
My deep shade
My tears dry

 

No final, mesmo que aconteça o que já se esperava, pode ser que sobre alguma coisa positiva...uma boa recordação...uma amizade...

[Connosco sobrou =) Parabéns! atrasados...]

[Posso gozar ctg (e vou gozar sp lol) mas vai "batendo na tecla" e pode ser que ainda resulte. Embora eu ache, que este post é destinado a tds menos a ti...a namorada de verdade, está à tua espera e vais encontrá-la! Para tua segurança, é melhor que não seja eu a apresentar-vos :p amizade pa vida, puto!]


publicado por Sofs às 22:05

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

...

A noite chega. Deita-se na cama, a cara na suave almofada. De repente, todos os objectos em seu redor tremem, tal como todo o interior do seu corpo. Os dias transformam a sua vida num misto de terror e insegurança. Uma lágrima quente desce-lhe pela cara e os seus músculos descontraem, um a um, com toda a calma. Se ao menos essa calma penetra-se a sua mente… Sempre fora destemida, nada nem ninguém a assustavam. Mas a vida tinha-a mudado. Uma das pessoas mais importantes da sua vida estava com problemas e ela tinha de a ajudar, diariamente, partilhando muito do seu tempo com ela. Essa pessoa, que antes orientava a sua vida e que tanto lhe ensinou, apavorava-a contando-lhe histórias terríveis dos piores pesadelos das jovens despreocupadas, que crescem pela noite de Lisboa e arredores. Agora, todos os caminhos para as suas actividades nocturnas, que a acalmavam e tanto gosto lhe davam, eram precedidos por um sentimento de pavor e um tremor que lhe percorria todo o corpo, levando-a a desistir do que realmente gostava e queria fazer. Estava cansada, mas não conseguia dormir. Continuou simplesmente estendida na cama, como se fosse um corpo morto. Se não fosse o turbilhão de emoções que a acompanhava pela madrugada fora, ela própria duvidaria da sua existência. Antes do seu corpo e mente sucumbirem, um último pensamento surgiu…iria continuar a lutar contra os obstáculos da vida, com a esperança que forças superiores a protegessem, para que nunca tivesse de passar pelos pesadelos das histórias que ouvia. Finalmente, o merecido descanso chega.

publicado por Sofs às 23:57

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Domingo, 16 de Março de 2008

Rock in rio ?!

 

Eu não sei, mas se calhar Da Weasel no rock in rio era qq coisa d valor. Não que as Justgirls ou o grande Tony Carreira não sejam grandes artistas portugueses...ou até mesmo o puto Mickael ou o fantástico Quim Barreiros. Aliás, não só são grandes artistas como num dia com LP de certeza que eram um sucesso. Bela Vista cheia, na certa! Por outro lado, basta ouvir uma musica qq dos DW, por exemplo a do vídeo, para rapidamente se concluir que a doninha era capaz de levar algumas pessoas ao rir! Não tantas como a nata d artistas tugas, acima descrita, tá claro!

publicado por Sofs às 00:12

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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

É muito solitário... :P

 

O próximo convidado, o Sr. Amílcar Fernandes, vai falar-nos da triste e solitária vida da 3ª idade.

 

 

Sr. Amílcar – Boa tarde! Queria agradecer o convite, assim passo aqui a tarde…é menos solitário.

 

Revista – Então se não estivesse aqui ficava sozinho em casa, era?

S.A – Não, eu sou lá homem de ficar em casa. Ia à tasca do Zé que fica ali ao pé daquela pensão, sabe? Tenho a minha Augusta lá em casa...todo o dia na cama, aquilo é que é uma vida...e eu às vezes ainda lhe digo ‘Oh filha tu não queres ir comigo?’ E ela coitadita já nem tem forças para sair da cama, nem fala...veja lá...é uma vida de miséria. O que me contenta são as moças que passam lá em frente à Tasca. Mas na minha idade já não trabalha tudo muito bem. É muito solitário…

 

R.- Então e essas moças, fazem - lhe companhia?

S.A – Não...São umas moçoilas mal-educadas! Eu digo coisas bonitas e às vezes até lhes ofereço uma fatia do bolinho que eu tenho lá em minha casa mas elas nunca querem. É muito solitário…elas não gostam das pessoas velhas, só querem os rapazes novos...e nós ficamos muito solitários...

 

R. Então mas diga-nos lá que coisas simpáticas são essas que deixam as moças assim...

S.A- Então, no outro dia, disse a uma mocita assim loiraça com uns grandes peitos que tinha uma saia curtinha “Oh febra encosta -te aqui à brasa” era bem boa ela...E ela começou logo ali a chamar-me velho nojento e essas coisas da juventude. Não se admite, que é feito do respeito pelos mais velhos, minha senhora? Esta juventude está uma vergonha, o mundo está perdido... Eu só lhe queria pagar o lanche que ela parecia esfomeada! É muito solitário…é muito triste...

Entrevista fictícia elaborada em conjunto com Joana Ferreira e  Diogo Ribeiro (que gentilmente cedeu o piropo ao "Sr. Amílcar" ) :p

publicado por Sofs às 17:06

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Aventuras Sociológicas parte I

As aventuras sociológicas de JoPetter

 

A nossa história começa numa manhã como qualquer outra na prestigiada fcsh. O sol estava encoberto e as esplanadas ainda estavam vazias dando a sensação, a quem entrava neste recinto pela primeira vez, de que os alunos que ali estudavam eram muito aplicados…como se vê, até agora, tudo normal!

Porém, no instante em que o nosso herói cruzou os portões dourados e reluzentes da esplêndida entrada da fsch pressentiu que algo não estava bem.

“Deve ser só impressão minha! Ou talvez não porque a minha testa está a doer…mas isso também pode ser dos copitos. A festa ontem depois do meu concerto foi brutal eheh” – pensa JoPetter, enquanto um sorriso maroto se desenha na sua cara.

Subitamente, os seus pensamentos são interrompidos pela chegada da sua amiga Eliana Raggaton.

“Ragga!!! Bom Dia!”

“Ehhh fala baixo Jopetter. Mas o que é que se passa contigo? Estas com uma cara esquisita…é a tua testa? Se te dói devias ir falar com o professor Malbus Chavesdor! Ele sabe sempre o que fazer! E é tão fofo…”diz Ragga muito rápido e com um sorriso sonhador.

“Eu…ah…vamos beber um café vá!”

Durante a socialização, acompanhada por um café e por um garoto (Ragga não bebe café porque é uma rapariga acelerada por natureza, como os inteligentes leitores já devem ter concluído…) JoPetter revela a Ragga que tem um grande problema…

“Sabes Ragga, ontem entrei no gabinete do professor Malbus e vi um poster meu! Ele tinha uma folha na secretária com as letras das minhas musicas e corações desenhados à volta! Eu acho que…ai Ragga eu acho que ele está apaixonado por mim! Agora é que eu percebo...4 anos…ele quer ficar comigo para sempre! Ai Ragga tenho meeeedo!”

“É na boa JoPetter! O Malbus é um fixe e nunca te ia fazer mal! Devias era preocupar-te com o Snape Gótico! Ainda ontem o vi a olhar de lado para aquela miudinha querida…a Sofia! Não te esqueças que tu prometeste ao chapéu seleccionador que ias ajudar todos os teus miudinhos – afilhados!”

“Sim, sim eu não me esqueço! Vamos lá para a aula vá, que eu paro o ano que vem tenho de ir combater com o Lord Voldsedas e não posso perder!”

A caminho da sala de aulas encontraram a miudinha Sofia e a miudinha Ju Ritinha, que estavam à espera da miudinha Catarina dos vestidos betos.

“Olá bom dia!!! Fiquem aqui connosco! Nós estamos só à espera da Catarina…” pediu Sofia, amigavelmente.

“Sim esperem aí! Ela deve estar quase a chegar! Também não percebo porque é que ela não apanha o autocarro…de barco demora muito mais tempo!” disse Ju Ritinha, um pouco irritada.

“BOOOOOO”

Finalmente o barco de Catarina dos vestidos chegou! Depois de mais 10 minutos de espera (Catarina foi a casa de banho pentear-se porque tinha vindo, como sempre, de cabelos ao vento), o nosso herói, a sua amiga e as miudinhas foram para a aula.

Subitamente, durante a divertida aula sobre o fantástico Durkheim, Snape Gótico lançou um olhar ameaçador e preparou-se para fazer uma graaaande maldade! Mas o nosso herói, que estava extremamente pouco atento a maravilhosa aula, grita “Protego!”, evitando o pior… [A (fantástica) escritora desconfia que é o único feitiço que JoPetter conhece…anyway…continuando]

Ainda durante essa mesma aula (desgraçados dos alunos de sociologia da fcsh…), Snape aproveita um momento em que o nosso herói está distraído a beber um golinho de chá verde e a comer a bolachinha Maria, e ataca-o!

Será este o fim (precoce) de JoPetter? Ou será que os seus amiguinhos e, principalmente, o seu fã nº 1 Malbus Chavesdor o irão salvar?

 

Não perca a continuação desta maravilhosa (estupida) e viciante (parva) história!

 

Nota da escritora: É com o maior prazer que anuncio que novas personagens, como o Neo do Matriz, irão aparecer no desenvolvimento desta maravilhosa história! Aproveito também para informar que na minha qualidade de escritora/realizadora, estou em negociações com a guionista Mafalda Fabião, para que esta maravilhosa história seja adaptada para o cinema! Transmitam a palavra aos vossos amigos analfabetos.

publicado por Sofs às 13:03

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'Neste baile de máscaras onde toda a a gente dança E homem que baila por gosto às vezes perde a esperança Agarro-me ao que posso, quando posso agarrar Faço o meu possível para me tentar orientar Dito as minhas regras, e deixo o fato no armário Podes crer, a mim não me tiram pinta de otário Danço quando quero e controlo bem a batida Porque a vida neste tom às vezes pode ser fodida.'

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