Terça-feira, 6 de Maio de 2008

LOL

 

publicado por Sofs às 17:08

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: )

As pessoas podem não se lembrar do que fizeste ou do que disseste, mas vão sempre lembrar-se da maneira como as fizeste sentir :)

 

publicado por Sofs às 16:36

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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

fucking day

Abriu a janela, deixando entrar o ar fresco da noite.

Com um olhar percorreu a casa. As suas roupas, as suas fotografias, o seu cheiro…era óbvio que a sua presença ainda invadia todos os recantos, todas as divisões e todos os objectos daquela casa, onde sempre esteve rodeada de gente…mas onde sempre se sentira tão só.

Lentamente, sentou-se. Cortou os pulsos e esperou. Viu o sangue vermelho - vivo a escorrer, em câmara lenta, sujando o chão imaculadamente limpo. Nesse instante, pareceu-lhe que a morte falava com ela. Dizia-lhe Olá, Dava-lhe as boas vindas…

Sentiu a fraqueza a apoderar-se do seu corpo e sorriu, pensando que iria para um lugar melhor.

Era essa a sua esperança. A sua última esperança.

À medida que a sua consciência se esvaia, o seu desejo de morrer também desvanecia. A procura de um lugar melhor já não era tão importante. Pensou em todos os momentos felizes que viveu…Agora que o seu plano tinha funcionado, a única coisa que desejava, com todas as forças que lhe restavam, era poder voltar atrás no tempo. Num último pensamento de futilidade, que tanto a caracterizava e que tanto odiava, pensou que estava feia para morrer. Nunca tinha pensado na morte como uma passagem para outro sítio…devia ter penteado os cabelos, arranjado as unhas, vestido a sua melhor roupa, roubado um beijo ao seu amigo, de quem sempre gostou em segredo…ainda tinha tanto para viver!

Porém, agora não havia nada que pudesse fazer…a última lembrança que teriam dela era a de uma mulher desleixada, que não tinha outra opção sem ser a morte.

“Não quero que pensem isso de mim”- foi o último pensamento que se apoderou da sua (pouca) consciência. Logo de seguida, um sentimento de angústia arrebatou todo o seu corpo e mente.

Queria pedir ajuda, escrever uma carta a explicar-se. Olhou para o telefone, ansiando alcança-lo, para pedir a alguém que viesse ajuda-la, que fizesse o sangue parar de sair, a uma velocidade cada vez mais alucinante.

Os seus pensamentos iam ficando cada vez mais lentos, enquanto era atingida pelo arrependimento.

Maldita a hora em que decidiu cortar os pulsos! Se ao menos tivesse dado um tiro na cabeça, ou saltado da ponte…certamente que já estava tudo acabado.

Nunca tinha pensado que nos momentos antes da sua morte iria reflectir nas situações que tinha vivido, dando valor aos anos passados num mundo que pensava odiar. Ou pior ainda, nunca tinha pensado que nos momentos imediatamente antes da sua despedida desse mesmo mundo, fosse dar valor a tudo o que ainda não tinha vivido.

Agora nunca ia ter essa oportunidade.

Uma lágrima escorreu-lhe pela cara, marcando-lhe o rosto pálido.

Finalmente, fechou os olhos e a sua mente descansou. Para sempre.

publicado por Sofs às 23:41

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Domingo, 4 de Maio de 2008

Um rapaz especial =)

"eu gostava de ter uma namorada que acima de tudo era minha amiga por isso é que eu acho dificil tipo conhecer uma miuda e passado 3dias tar a namorar com ela.

epa pa mim um curte é uma coisa é daquelas coisas sem sentimento um gajo da uns bjs e tanto o rapaz como a miuda ficam satisfeito passam um momento fixe e acabou

agr uma namorada é uma coisa diferente supostamente é a companheira do dia a dia a miuda com quem podes partilhar os problemas podes contar as alegrias ficas feliz pelas coisas boas que ela faz ficas triste quando algo lhe corre mal

é a pessoa especial por isso é que eu hj em dia so me imagino ao lado da ******porque é por ela que eu sinto esse sentimento é por ela que eu fico feliz quando sei que as coisas lhe correm bem é nela que eu penso quando algo me corre bem é nela que eu penso quando acordo S="

Foi td dito por um rapaz.

Não percebo o que é que se passa com as raparigas para continuares solteiro ;)

 

 

 

publicado por Sofs às 00:17

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Sábado, 3 de Maio de 2008

Aventuras sociológicas - Parte 2

A nossa maravilhosa aventura não irá centrar-se no já tão conhecido herói Joppeter, uma vez que ele anda ocupadíssimo a fazer as suas feitiçarias maluuucas e a entreter fãs por todo o mundo, mas sim em duas personagens que também estudam na prestigiada fcsh : ‘Adriana das borboletas’ e ‘Margarida mata focas’.

‘Adriana das borboletas’ era uma criança feliz e inocente que corria pela serra e pulava imitando as borboletas. Desde cedo, foi-lhe diagnosticada uma doença muito rara chamada “parvoíce profunda”. Apesar disso, ‘Adriana das borboletas’ viveu na sua terrinha e foi uma criança muito dócil.

Porém, num belo dia uma terrível notícia abalou o seu mundinho! Iria estudar para Lisboa!

“Lisboa...” pensou ‘Adriana das borboletas’ “Como é que eu vou viver para Lisboa? Lá não deve haver praia e as borboletas devem ser muito feias…Ninguém vai querer seu meu amigo… (snif snif)”

Fez as malas e partiu, em direcção ao local onde tudo iria mudar!

Já à porta do seu prédio, uma senhora muito alta e simpática aproximou-se dela:

“Quer ajuda garota?”- disse a senhora numa voz muito masculina

‘Adriana das borboletas’ tremeu de medo e entrou para a sua casa, onde se trancou a chorar com muitas saudades da sua família e da sua terrinha. Durante a noite o seu tetra-avô apareceu e explicou-lhe que na sua rua trabalhavam muitas travecas, e que iriam ser as suas melhores amigas! ‘Adriana das borboletas’ chorou ainda mais…baba e ranho!

Por fim, chegou o dia das matrículas. Ao entrar pela primeira vez na fcsh, viu uma enorme esplanada e uma miudinha alta e magrinha disse-lhe:

“Também és caloira? Eu sou a ‘Margarida mata focas’. Podemos ser amiguinhas?”

A hora do almoço tinha chegado. “Adriana das borboletas” tirou uma lancheira da sua mochila e todos os outros caloiros gozaram com ela.

“eeeh olha aquela esquesitóide. Trouxe arroz de tomate e peixe frito para comer na faculdade!”

“Adriana das borboletas” sentou-se num cantinho e chorou, chorou e chorou. Só parou quando “Margarida mata - focas” se sentou ao seu lado e lhe ofereceu uma latinha de atum, que as duas partilharam enquanto juravam vingança a todos os miúdos riquinhos da fsch.

E foi assim, que começou uma amizade que, durante muitos anos, aterrorizou milhares (cof cof) de caloiros de sociologia. ‘Margarida mata focas’ seduz os pobres miudinhos caloiros com um beicinho irresistível e ‘Adriana das borboletas’ aproxima-se deles de mansinho, como uma chita pronta para atacar a presa.

Portanto, futuros caloiros de sociologia na prestigiada fcsh, preparem-se para sofrer uahahah (riso malévolo da ‘Adriana das borboletas’ e da ‘Margarida mata focas’ - também utilizado pela bruxa má da ‘Branca de Neve’.)

 

 

 

P.S – Peço desculpa aos leitores pela porcaria que está esta aventura sociológica, mas é muito doloroso para mim escrever sobre estas criaturas que me massacraram nas praxes!

Pessoas horríveis….=P

 

publicado por Sofs às 22:39

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'Neste baile de máscaras onde toda a a gente dança E homem que baila por gosto às vezes perde a esperança Agarro-me ao que posso, quando posso agarrar Faço o meu possível para me tentar orientar Dito as minhas regras, e deixo o fato no armário Podes crer, a mim não me tiram pinta de otário Danço quando quero e controlo bem a batida Porque a vida neste tom às vezes pode ser fodida.'

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