Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

=D

 

 

publicado por Sofs às 00:12

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

Muito muito bom!

 

 

publicado por Sofs às 17:05

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Elogio do amor puro

"Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro.
Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.

Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.

A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.

Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.

Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor.

A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.” [Miguel Esteves Cardoso]

publicado por Sofs às 01:02

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Domingo, 24 de Janeiro de 2010

What a piece of shit!

Sou fã de séries.

Sou fã de histórias de vampiros. Na altura em que era suposto ler uma aventura, andava a ler o Drácula.
Tento ser fã das produções portuguesas.
Pronto, estão reunidos todos os elementos necessários que me levaram a ver duas horas da nova série da Tvi ‘Destino Imortal’.
Ao fim destas 2 horas, além de estar profundamente irritada pelo tempo que queimei inutilmente, pergunto-me se não haverá bons actores em Portugal. Eu gosto de acreditar que há, mas se é verdade, porque raio é que o elenco dos morangos com açúcar é transferido para esta nova série? Não foi mau o suficiente assistir à falta de talento uma vez?!
Outra coisa: que mania é esta do tuga de juntar tudo o que já existe numa só série, tentando que a mesma seja grandiosa? Isto não funciona people…já não é a primeira vez que fazem essa experiência, se das outras vezes não resultou o que é que leva a crer que desta vez isso aconteça? Há uma razão válida para as diferentes histórias terem tido sucesso, enquanto obras distintas.
É por estas e por outras, que as pessoas acabam na Internet a ver séries online.
Desde da ‘Casa de Cera’, aquele filme onde a Paris Hilton morre :p, que não me ocorria o pensamento de ser possível fazer coisas tão más. Péssimo não chega para descrever aquilo.
E eu, com mil coisas para fazer, fiquei a ver até ao fim, com esperança que houvesse alguma evolução para melhor.
Foi uma atitude adulta e responsável, que retrata bem os meus 20 anos.
publicado por Sofs às 20:22

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Sábado, 16 de Janeiro de 2010

Se calhar no Natal ofereço um Ukulele à minha afilhada ahahah

 

 

publicado por Sofs às 23:11

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Esta cidade

"Quer eu queira quer não queira
Esta cidade
Há-de ser uma fronteira
E a verdade
Cada vez menos
Cada vez menos
Verdadeira

Quer eu queira
Quer não queira
No meio desta liberdade
Filhos da puta
Sem razão
E sem sentido
No meio da rua
Nua crua e bruta
Eu luto sempre do outro lado da luta

A polícia já tem o meu nome
Minha foto está no ficheiro
Porque eu não me rendo
porque eu não me vendo
Nem por ideais
Nem por dinheiro
E como eu sou e quero ser sempre assim
Um rio que corre sem princípio nem fim
O poder podre dos homens normais
Está a tentar dar cabo de mim
Cabo de mim"

Como diria o outro: 'Estou farto de ser Hooligan, vou prá camioneta'

publicado por Sofs às 17:56

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Sábado, 9 de Janeiro de 2010

A modos que é assim

Lembro-me ao pormenor da sala de enfermeiras, com a maca e a cadeirinha de lado, onde me sentaram para apanhar a minha última vacina. A enfermeira da pediatria estava lá a falar comigo, enquanto a mais velha preparava as coisas. Lembro-me, nitidamente, dela dizer “Vá menina, isto é para portar bem, que agora só daqui a dez anos é que cá voltas”. Na altura, ‘daqui a dez anos’ parecia-me uma eternidade, teria tempo para ver os desenhos animados, correr e brincar, livre de vacinas.

Agora já tenho 20 anos, e para a semana vou levar o reforço da vacina do tétano. Não vou chorar, nem berrar porque aos 10 anos já não o fazia, a questão não é essa, mas sim que já se passaram dez anos.
Já não acordo com a minha mãe a berrar ‘Sofia, levanta-te’, nem corro atrasada para a escola depois de ouvir ‘Come o pequeno-almoço e deixa os desenhos que vais chegar atrasada!’.
Também já não chego atrasada às aulas porque fiquei nos intervalos a falar mais um bocadinho, nem odeio os trabalhos de casa (possivelmente porque já não tenho) e muito menos vou a correr para casa para não perder o episódio do Dragonball.
Encaramos o tempo como algo estável, e o futuro como uma possibilidade distante. Mas o tempo acaba sempre por passar e, com ele, traz o futuro.
 
'Dream as if you'll live forever. Live as if you'll die today.'[James Dean]

 

publicado por Sofs às 02:53

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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

É por estas, e por outras, que ninguém lhe chega aos calcanhares

 

Thks best =D*

publicado por Sofs às 19:41

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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Querido Peter Pan, mete aí uma cunha...

que 5a-feira, só a Sininho é que pode salvar a cena.

publicado por Sofs às 23:41

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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Vou abrir um negócio de mensagens de Parabéns

A amiguinha virtual, também conhecida por Morce, faz anos hoje.

O que é que se diz criaturas? Vamos lá, todos juntos e afinadinhos:
PARABÉNS MORCEEEEEEEEE!!
 
Que os 21 te tragam tudo o que mais desejares, muita saúde, alegria, paz e amor (desculpa mas não pude mandar a mensagem padrão de ano novo portanto…=p)
A Morce é uma pessoa crescida, faz 21 anos, trabalha, vai acabar o curso, tem uma juba do tamanho do mundo, gosta de Da Weasel, alinha em todas as brincadeiras parvas que eu me lembro e é uma amiga a valer.
A Morce tem esta alcunha porque é um diminutivo de morceguinha, portanto diz-se murce e não morce (ah bela prenda eheh).
A Morce gosta muitoooo de cenouras e do porquinho babe.
Eu até dizia que gostava muito da Morce, mas depois a coisa ficava um bocado apanisgada. (Eu gosto, eu gosto)
Mas olha, lá porque és mais velha, não penses que vamos deixar de discutir. E só para não estares já com coisas: qé essa merda de dizeres que o Salvador devia sair oh?
=D Parabéns (L)*
publicado por Sofs às 01:31

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'Neste baile de máscaras onde toda a a gente dança E homem que baila por gosto às vezes perde a esperança Agarro-me ao que posso, quando posso agarrar Faço o meu possível para me tentar orientar Dito as minhas regras, e deixo o fato no armário Podes crer, a mim não me tiram pinta de otário Danço quando quero e controlo bem a batida Porque a vida neste tom às vezes pode ser fodida.'

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