Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

11 de Setembro de 2001

Não queria recorrer ao cliché do 'lembro-me como se tivesse sido ontem', mas é assim que as coisas são...passados 8 anos continuo a lembrar-me do cenário todo, de estar sentada no atl a ver televisão e de a emissão ter sido interrompida para passarem aquelas imagens em directo, que pareciam uma especie de apresentação do filme terrível que iriam passar mais tarde. Claro que em poucos minutos, todos percebemos o que estava mesmo a acontecer, e que aquelas imagens não tinham um pingo de ficção, nem de efeitos especiais. 

Mais oito anos virão, sem que me esqueça daquelas imagens, que mudaram o mundo de uma forma brutal e horrível.

 

"Oito setembros vieram e foram embora. Quase três mil dias passaram, praticamente um por cada pessoa que nos foi tirada, mas nenhuma mudança de estação pode diminuir a dor e a perda daquele dia. Nenhuma passagem do tempo, nem nenhum céu mais negro pode apagar o significado deste momento."- Barack Obama

 

Não diria melhor.  

publicado por Sofs às 16:39

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1 comentário:
De Dylan a 19 de Setembro de 2009 às 09:50
Com os ataques terroristas ocorridos nos Estados Unidos da América em 11 de Setembro de 2001, pensou-se que a luta contra o terrorismo iria entrar numa nova era, pois a partir dali nenhuma sociedade estaria imune a um eventual ataque.

Em vez disso, entrou-se num antiamericanismo rançoso, chegando-se ao ponto de dizer que a América estava a pôr-se a jeito para que aquilo acontecesse. É este o discurso de uma parte da esquerda europeia, ressabiada com a desagregação soviética e saudosa do Muro de Berlim, impulsionada pelos meios de comunicação social, alguns deles meros focos de intoxicação da opinião pública. Tamanho ódio e preconceito só é superado pela deliciosa ironia: a América, o país-continente, sempre na vanguarda do progresso tecnológico e civilizacional, onde existe a maior multiculturalidade de raças e credos, onde as minorias são uma voz activa na sociedade e a liberdade e a democracia atingem o expoente máximo. É o país que mais disponibiliza ajuda humanitária e financeira ao exterior e também aquele que acolhe o maior número de imigrantes em busca dos seus legítimos sonhos.

O antiamericano contemporâneo adora o estilo de vida “yankee”: os filmes de Hollywood, a literatura, a música, os refrigerantes, a “fast-food”, mas é incapaz de reconhecer isso porque é hipócrita. O despeito é tal que se branqueia o papel decisivo da América no desenlace da Primeira e Segunda Guerra Mundial evitando que a Europa caísse num regime totalitário. Claro que nem tudo é perfeito, o sistema de saúde e, principalmente, a sua política geo-estratégica, mais agressiva depois dos atentados. Diz Chateaubriand, “não há nada mais servil, desprezível, covarde e tacanho que um terrorista” - eu acrescento -, e de que um antiamericano

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